02
Fev 09

Os actores falam ao Video Show sobre o sucesso e também da tristeza que fica quando um trabalho tão bem sucedido como este chega ao fim.

Afinal ontem não deu episódio nenhum, deu foi pela 3ª vez o resumo de toda a história, só que agora com novos acontecimentos. E já está confirmado que até ao fim A Favorita passa a dar às 22:30! Agora não há desculpas para não acompanharem, até quem não cnhecia passou a aconhecer com o resumo de ontem!

Aqui ficam também os parabéns a Paula Burlamaqui, Stela, pelos seus 42 anos!


14
Dez 08

Ontem o Brasil todo acompanhou um capítulo electrizante de A Favorita, de uma qualidade comparável aos melhores filmes de terror, drama e suspense do exterior.
Uma seqüência que somente poderia ter sido criada por um autor genial como João Emanuel Carneiro, o maior talento da nova geração e que provou merecer ocupar o seleto espaço de autores de novela das “oito”, o coringa da programação global.
Muito se fala sobre a Globo ser muito rígida e dificilmente abrir espaço para novos nomes, entretanto, somente neste ano, vimos o surgimento de Andrea Maltarolli com a deliciosa Beleza Pura, e, agora, a consagração de Carneiro, vindo de sucessos como Da Cor do Pecado e Cobras e Lagartos.
O que se observa, na verdade, é o que eu disse: muito se fala. Existe um ex co-autor e roteirista da Rede Globo que vive dizendo isso, por exemplo. Deu sorte em um outro canal, e, no auge de sua prepotência, acreditou que seu “fenômeno” de novela bateria de frente com A Favorita, trama que apelidou carinhosamente de A Rejeitada. Mas ele não contava com a astúcia de um homem que nem era o Chapolin Colorado.
Ele e outros mais decretaram o fim da trama logo que foi revelado o nome da assassina, pois acreditaram que assim acabaria o suspense e o interesse do público, e, claro, a criatividade do autor. Não foi o que ocorreu. A genialidade de Carneiro deu espaço a todos os núcleos do folhetim, e não somente ao policial, como ocorria antes, trouxe novas histórias e temáticas e fez que, além da dupla Claudia Raia e Patrícia Pillar, Lilia Cabral brilhasse mais uma vez. Três atrizes que desempenharam tão bem seus papéis que dificultam a escolha de melhor atriz do ano.
Também trouxe um elenco fenomemal de monstros sagrados que proporcionaram interpretações de babar. Glória Menezes, Suzana Faini, Tarcício Meira, Mauro Mendonça, Ary Fontoura, Genésio de Barros e Milton Gonçalves. Esse pessoal mostrou o que é atuar de verdade.
E, nos últimos capítulos, especialmente Mauro Mendonça. Apenas com uso de expressões faciais mostrou todo o pavor de Gonçalo ao descobrir a verdade sobre Flora e também o ódio ao desmascará-la em um capítulo tão redondo quanto o de ontem. Gonçalo morreu, mas, antes, lavou sua alma, disse tudo o que a vilã precisava ouvir, e, o melhor de tudo, fazendo uso do mesmo deboche com o qual ela lidou com a família Fontini todo esse tempo. E, agora, antes de ser desmascarada, a vilã loira ainda irá aprontar muito neste último mês de A Favorita que promete ferver.
O engraçado é alguns críticos dizendo que Flora e Donatela deixaram de ser dúbias. Vocês não assistem a novela? Ontem, inclusive, mesmo sendo a vilã, Flora continuava jogando como a boazinha da história, e, Donatela, segue como sempre fez: se fazendo de coitada e culpando Flora. Ou seja, não tivesse Carneiro revelado a assassina logo no início, ainda hoje a dúvida pairava no ar, pois todos seríamos Irenes.
Agora, Endrigo, o que você quis dizer lá em cima ao comentar que certo autor não teve uma grande oportunidade na Globo? Quis dizer tudo, afinal de contas, a Globo teve todos os motivos do mundo para não dá-la a uma pessoa que escreve uma porcaria de novela como Os Mutantes e ainda se acha o rei da cocada preta.
O mais engraçado? Essa mesma pessoa que dizia que iria ter a primeira novela a desbancar a novela das oito da Globo, no auge dos 24 pontos, hoje briga com colunista em seu blog. Patrícia Kogut disse em sua coluna que ele dá dez e ele retruca dizendo que dá 12 pontos de audiência. De qualquer forma, 12, é metade de 24, e, enquanto ele vê sua trama agonizando em público, A Favorita segue dando mais de 45. Mesmo não sendo a maior audiência da história da TV, oferece algo superior, que é uma história de verdade e não um troço sem pé nem cabeça, o que faz total sentido, afinal, na novela do outro tem até a mula.
Enfim, parabéns João Emanuel Carneiro, mais uma vez. Um autor de verdade.

 

Por Endrigo Annyston
www.cenaaberta.tv

Eheh toma lá Tiago Santiago! Ele achava que aquela porcaria dos Mutantes ia incomodar A Favorita. Se incomodou foi só mesmo na estreia, porque de alguns meses para cá nem se ouve falar em tal bizarrice que é aquela novela horrível que eu nem aguentei assitir durante 10 minutos. Coisa mais estapafúrdia nunca vi, eu tinha vergonha de escrever uma novela assim. Ele que olhe e aprenda como é que se escreve uma novela como A Favorita. Sou da mesma opinião deste colunista, A Favorita é a melhor novela que eu já vi só tenho pena de estar a pouco mais de um mês do fim... Está mesmo difícil de escolher entre essas 3 maravilhosas actrizes que nos vêm presenteando com representações nota 20 nesta novela!


19
Set 08

Como no início da trama tudo girava em torno das protagonistas, o autor João Emanuel Carneiro avisou que, na segunda etapa da novela, iria desenvolver os outros núcleos. Muita coisa já está acontecendo e os atores estão animados. Veja o que eles esperam que aconteça daqui pra frente.

Tais Araújo
“Estou ansiosa para saber se vai ter uma reviravolta na vida de Alicia, mas temos que esperar o João Emanuel. É difícil porque as pessoas não entendiam muito bem o porquê da revolta dela com o pai. Acho que agora vai ficar bem claro que ele não vale nada, é um corrupto. Acho que cada vez mais o João vai aprofundar essa questão da política. Acho que o público não pode perder a novela porque não aconteceu nem metade.”

Thiago Rodrigues
“Não sei se Cassiano vai voltar a namorar a Lara. Eu não sei nem o que esperar do João, porque ele é um autor tão montanha-russa, que surpreende tanto a gente, que o negócio é fazer com verdade tudo o que ele mandar. É claro que a gente tem as nossas preferências, mas não vale a pena viajar muito nisso não. É melhor confiar nele e ir até o fim”.

Título da MatériaDeborah Secco
“Eu não sei o que esperar para Céu, mas com certeza o João está preparando muita coisa legal. Eu estou muito feliz! Fazer uma personagem com tantas possibilidades é muito bom. A Céu começou com um lado forte para o drama, e agora está caindo para comédia. Acho essa personagem muito rica. Eu fico contando os dias para receber os capítulos novos”.

Romildo RosaMilton Gonçalves
“O que vai acontecer com Romildo eu não sei, isso está na cabeça do autor, e podemos esperar de tudo (risos). Acho que a relação familiar do Romildo vai continuar ruim. Em novela, se você não ficar próximo do autor, você não tem nenhuma intuição do que vai acontecer. Mas acho que o Romildo vai ficar cada vez mais encrencado.”

[emmanuele+araujo.jpg]Emanuele Araújo
“Eu estou adorando a virada da personagem, a cada capítulo são novas vertentes, novas nuances de interpretação para a Manu. Ela é uma menina cheia de sonhos, que pensa sempre como pode se dar melhor, tem caráter duvidoso, cheia de revoltas, e que também gosta muito de se divertir”.

Christine Fernandes
“Não sei quais são os planos do João, mas eu gostaria que a Rita fosse um exemplo de integridade. O país está precisando de bons exemplos. Quem sabe, se ela entrasse para política e fosse uma semente boa dentro de um universo corrompido. No entanto, se ele a transformar numa mulher terrível, eu também vou adorar. Adoro vilã e, para uma actriz, é uma possibilidade muito rica para trabalhar. Mas vou ficar feliz com qualquer um dos desfechos para Rita!”

Iran Malfitano
“Este é o melhor momento na minha carreira até agora. O Orlandinho teria uma participação muito menor, mas o personagem foi crescendo, para a minha surpresa! Está sendo maravilhoso, estou muito empolgado. Tomara que ele continue nesse núcleo cômico com a Céu e o Halley, está muito divertido”.


14
Ago 08

Nos últimos tempos, Milton Gonçalves já cumprimentou mais gente do que candidato a prefeito. "Não há um dia em que eu saia e as pessoas não venham me abordar", confirma o ator, feliz com o reconhecimento. Na pele do antiético deputado Romildo Rosa, de A Favorita, ele sempre ouve em tom de brincadeira "olha o corrupto" ao caminhar pelo Flamengo, bairro do Rio onde mora.

Mas além de conquistar reconhecimento com o papel na novela das oito da Globo, Milton também vê seu personagem gerar polêmica. Políticos e até integrantes de movimentos negros chegaram a dizer que Romildo Rosa poderia prejudicar candidatos negros nas eleições e até o senador Barack Obama, que vai disputar a presidência dos Estados Unidos. "É uma sandice", rebate o ator.

Ativo na luta pela integração dos atores negros na TV, Milton defende que seu trabalho na novela de João Emanuel Carneiro não muda a cabeça de ninguém e muito menos prejudica os negros. "Eu quero é um bom personagem. Já fiz outros vilões horrorosos e ninguém questionou", diz.

O povo brasileiro é considerado apático em relação à corrupção política do País. Essa indolência se estende à postura de seu personagem em A Favorita? Como sente a resposta das pessoas nas ruas?
As pessoas não acham comum o que meu personagem Romildo Rosa faz e o condenam. É claro que às vezes rindo, mas condenam. Tenho a pretensão de, por meio desse trabalho, poder alertar as pessoas que vão votar este ano nas eleições municipais. Não sou o anjo que vem trazer a verdade. Mas acho que a presença dessa figura na novela serve de aviso para muita gente pensar duas vezes antes de votar.

Que tipo de manifestação você já enfrentou desde que começou a interpretar o Romildo Rosa?
A reação do público é muito boa em relação a mim. Apelidaram de vez o meu personagem de corrupto, apesar de até o momento nada ter sido comprovado contra ele na história. Nas ruas, as pessoas brincam: "olha o corrupto". Umas em tom de brincadeira, e outras na intenção de mexer comigo mesmo. Mas não me incomodo com isso. Moro na zona Sul do Rio de Janeiro e vou a todos os lugares. Não tem um dia em que pelo menos umas 10 pessoas não se aproximem de mim. Todos dizem que estou muito bem nesse papel. Fico feliz, obviamente, porque em um trabalho como esse a gente coloca os demônios para fora. Tenho a chance de usar todas as maldades que tenho no baú. Todo mundo tem seu baú de controvérsias. As pessoas se interessam e querem ver. A repercussão é grande.

A repercussão é tanta que chegaram a insinuar que o seu personagem prejudicaria candidatos nas eleições. Como você avalia isso?
O que já foi dito por aí em relação a isso não tem nexo. Dizer que a presença de um personagem negro, político e vilão, no Brasil, atrapalharia a eleição de Barack Obama nos Estados Unidos é uma tremenda sandice. Pior ainda é dizer que a presença de meu personagem em uma novela atrapalharia os candidatos negros que concorrem nas próximas eleições aqui no Brasil. Isso é uma loucura inexplicável. Porque, se um personagem da ficção atrapalhar a candidatura de alguém, é sinal de que o candidato é ruim mesmo. Novela é novela. Dura nove meses. A TV tem força, mas não modifica. Só cria modismos. Não muda o caráter e nem a história das pessoas. Recebi uma carta de um deputado de São Paulo dizendo que eu estava fazendo um deserviço. É o contrário. Faço um serviço e já respondi a ele.

Você também foi questionado por integrantes de movimentos negros pelo fato de ter aceitado viver esse papel, sendo que sempre defendeu a boa imagem dos atores negros na televisão...
O que eu quero é fazer um bom personagem. Já interpretei outros vilões e figuras horrorosas. Um dos trabalhos que mais me deu prêmios foi um filme chamado A Rainha Diaba, em 1974. Eu era homossexual e chefe de uma quadrilha de traficantes. Ninguém falou nada. Sabe por quê? Porque o negro está associado ao mal quando ele ocupa o lugar dele na sociedade. Pode ser bandido e batedor de carteira que ninguém escreve carta. Mas se fotografarmos o Congresso, o Senado, os Ministérios, não vemos representantes negros. Não é um personagem que aparece esporadicamente na teledramaturgia que atrapalha. O que atrapalha é a falta de visão, a falta de estudar melhor a História do Brasil.

Você já interpretou diversos personagens que vão além do escravo e do empregado doméstico, papéis comumente destinados a atores negros. É verdade que teve de pedir para fazer o primeiro engravatado de sua carreira na TV?
Pedi ao Dias Gomes, mas ele revezava com a Janete Clair e passou para ela essa missão. Janete me deu o maravilhoso Dr. Percival, um médico, em Pecado Capital. Eu cuidava da personagem de Débora Duarte na história e até brincava que era o preto velho que baixava quando ela estava com problemas espirituais. Eu tinha uma história no teatro que nem todos conheciam. Quando fui para a televisão, muitos achavam que eu era um aventureiro que vinha da figuração. Havia um tratamento meio desrespeitoso. Mas minha postura sempre foi a de ir onde está a fera, onde reside o preconceito. Já enfrentei situações bem preconceituosas.

Quais, por exemplo?
Em Pecado Capital, a personagem de Tereza Amayo era casada com o personagem do Dary Reis. Mas pintou um romance com o meu personagem e começaram a chover cartas na Globo. As correspondências não criticavam só o fato dela ter uma relação extraconjugal, mas o problema era ser com um negro. Quer dizer que se eu fosse branco e de olhos azuis não teria problema? Depois fiz outra novela, Baila Comigo, do Manoel Carlos, em 1981. Era casado com a Beatriz Lira na história, mas havia cobranças de que não nos beijávamos. Tivemos uma conversa, já tinham insinuado que não nos beijávamos pelo fato de eu ser negro e começamos a beijar muito na boca. Minha mulher até ficou com um certo ciúmes (risos). Mas escreveu uma carta na época dizendo que gostaria de me ver beijando a Maitê Proença. Mas essa não é minha preocupação. Já fui marido de muitas mulheres negras também. Só quero que nós negros sejamos vistos como parte integrante e não como diferentes.

Acha que essa sua luta pela inserção dos atores negros já deu bons resultados?
Eu tenho longevidade. Sou do primeiro elenco da Globo formado por Otávio Graça Melo em 1965. Mas não brigo só por um espaço para mim. Mesmo que você juntar todas as emissoras, vai contar com facilidade quantos negros há trabalhando. Sobrevivo dessa profissão, tenho um bom apartamento, meus filhos já moraram fora, viajei mais do que imaginei que poderia e gosto de tomar um bom vinho. Mas até hoje tenho posições marcadas na Globo. Estou lá e se achar que alguma coisa não é justa, vou lá e falo. Minha preocupação é a inserção sem humilhação.

Você se sente realizado com os personagens que pôde viver até aqui?
É muito raro eu não gostar de um personagem que faço, seja ele grande ou pequeno. Tenho carinho especial por muitos trabalhos e sou feliz por isso. Adorei O Bem-Amado e sempre fico emocionado ao lembrar de Mário Lago narrando o final de meu personagem Zelão das Asas. A realização de qualquer homem é se despregar de sua realidade e sonhar em voar. A reação das pessoas era maravilhosa. Não sei se entenderam, porque o Dias Gomes era muito irônico. Mas foi bonito para todo mundo. Também adorei Irmãos Coragem, porque eu fazia o Brás Canoeiro e dirigia a novela ao mesmo tempo. Terminei supercansado. E entre tantos outros no cinema, no teatro e na TV, o Romildo Rosa também está me deixando muito feliz.

Cheio de histórias
Mineiro de Monte Santo de Minas, Milton Gonçalves cresceu e foi criado em São Paulo. Foi lá que tomou gosto pelo teatro amador. Mas não demorou muito tempo para se profissionalizar.

A famosa companhia do Teatro de Arena precisava de um ator negro para a peça Ratos e Homens e foi assim que Milton começou. "Estava ao lado do Gianfrancesco Guarniei, Flávio Migliaccio, não era um grupo qualquer", valoriza Milton.

Na década de 60, Milton iniciou sua carreira televisiva, atuando em novelas como A Moreninha e A Cabana do Pai Tomás. Não se limitou a atuar, mas também participou de inúmeras produções como diretor.

"Escrava Isaura, a novela brasileira mais vista no exterior, foi dirigida por mim", ressalta Milton, que diz não ter desistido de voltar a dirigir na TV, apesar de estar afastado.

No decorrer da carreira, o ator também se destacou no cinema, ao participar inclusive de produções americanas e italianas. Com um currículo recheado de trabalhos de destaque e praticamente emendando um trabalho no outro ao longo dos anos, Milton não hesita em destacar que nem tudo são flores no decorrer da caminhada.

"Já vi várias pessoas caírem do navio nessa viagem. Morrem afogados na soberba. Ser ator exige sacrifício", resume.

Com sotaque inglês
Com uma formação teatral, Milton Gonçalves está há bastante tempo longe dos palcos, mas não quer demorar para voltar a fazer espetáculos. Seu projeto para 2009 é fazer uma montagem de Rei Lear, de William Shakespeare.

"Quero misturar atores de diversas raças. Uma filha do rei será branca, outra negra e outra oriental", planeja o ator.

O fascínio de Milton pelo dramaturgo inglês já é antigo. Mas o desejo de montar a peça foi aguçado em uma viagem que o ator fez à Inglaterra. Ao visitar o Royal Shakespeare Theatre, ele gostou de ver expostos alguns cartazes de atores negros que tinham encenado Ofélia e Hamlet, outras obras do autor.

"Quero levar a montagem para vários lugares do País e, quem sabe, para o Royal Shakespeare Theatre."

publicado por Tititi às 15:08

19
Jul 08

Título da MatériaNo inicio da novela, Silverinha era o melhor amigo de Donatela e não havia a menor dúvida dessa cumplicidade.

Mas, de uns tempos para cá, tudo mudou quando Dodi começou a chantagear o mordomo.

O ex-marido de Donatela ameaçou contar algum segredo comprometedor de seu passado e, depois disso, Silverinha nunca mais foi o mesmo. De fiel escudeiro da ricaça, ele se tornou um grande inimigo. Por que será?

Diante de tanto mistério, o elenco da novela está curioso para saber o que está por trás disso tudo. Nem Ary Fontoura, intérprete de Siverinha, sabe que mistério é esse. Veja a opinião dos actores!

Ary Fontoura
“Acho que tudo é uma máfia! Ele tem um rabo preso sim, mas não faço idéia do que seja. Nessa novela, todos são suspeitos, tudo incrimina. E não é só ele, tem muito mais gente envolvida. Mas acho que tem alguma coisa a ver com o assassinato do Marcelo, só não sei o que é (risos).”

Claudia Raia
“O Silveirinha é uma pessoa que não vale nada, com toda a certeza. Ele tem um passado ligado à infância delas. Acho que ele era um grande manipulador dessas meninas que eram muito jovens e ele tem elas duas na mão de alguma maneira, emocionalmente falando. Ele controla tudo. Pode ter chantageado uma das duas ou pode ter criado esse casamento com o Marcelo.”

Patrícia Pillar
“Não sei dizer o mistério dele, só sei que ele sabe demais. Ele está no centro de tudo e conviveu com as duas desde meninas até o auge do sucesso delas. É um cara sofrido, solitário e muito inteligente.”

Gonçalo FontiniMauro Mendonça
“Acho que o mistério do Silveirinha está ligado ao filho da Donatela. E a partir da revelação deste segredo, que seria uma coisa terrível, ele mudou de lado, com medo das conseqüências.”

foto de murilobeniciomb em 03-06-2008Murilo Benício
“Acho que ele é o que está mais envolvido em tudo. Na minha opinião, o Dodi e a Donatela estão envolvidos até certo ponto. Não só no crime, mas em toda a trama da novela. Acho que todos os caminhos dão no Silveirinha. Ele está envolvido em tudo e ele é muito mais perverso, esperto e poderoso do que parece. Todo mundo tem uma opinião e, para mim, ele é todo o eixo central da trama da novela, desde o rapto (do filho de Donatela) até a morte. Ele é um cara que não se leva pela emoção, é uma pessoa muito fria e inteligente. É um mafioso de negócios, que está do lado que vai ser bom para ele sem sentimento algum.”

Mariana Ximenes
“Acho que ele está bem envolvido em toda a trama. Ele deve ter roubado o filho da Donatela e é cúmplice de todo mundo. Ele sabe da vida de muita gente.”

Foto DivulgaçãoElizângela
“É difícil responder isso, porque não é só ele que tem mistério. Muita gente tem mistério nessa novela. Mas acho que o Silveirinha pode estar por trás deste assassinato. Ele sabe demais. Ele sabe tudo. Acho que ele tem a ver com a morte do Marcelo. Ele sabe quem realmente o matou. É um traíra, safado, cachorro, sem-vergonha, cafajeste, não vale nada! (risos) Ele está do lado de quem interessa a ele. É difícil sugerir um desfecho para ele porque a novela não está nem no meio e esse personagem tem tanta safadeza para mostrar ainda... Muita água vai rolar ainda, com certeza.”

Carmo Dalla Vecchia
“Ele pode ter matado o Marcelo e estar mais envolvido no crime do que a gente pensa. É meio lógico ser uma das duas, porque a novela se chama A Favorita. Tem coisas aí que a gente percebe que estão ao redor dele, porque ele está ligado a todas as pessoas envolvidas nesse crime.”

Milton Gonçalves
“O mistério é que ele está ligado a todos aqueles membros da família. Ao Dodi, à Irene, ao Gonçalo, à Lara, à Donatela e, se deixar, ele está também do outro lado. Acho que, lá no fundo, pode ter também uma conexão com o Romildo. Eles têm todas essas possibilidades. Acho que o Silveirinha começou comendo o prato pela beirada e, no final, ele come o mingau todo.”

CassianoThiago Rodrigues
“O Silveirinha parecia ser o amigo fiel da Donatela e está sempre atrás do que é conveniente para ele. É um cara político. Ele faz as coisas para sempre não faltar nada e para não passar necessidades e ter uma vida confortável. Ele está sempre querendo manter a sobrevida dele. Eu acho que ele está envolvido no assassinato e é o meu favorito como assassino. A novela está muito misteriosa, é difícil saber.”


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Resultado da 1ª enquete: Quem está falando a verdade? Donatela 66% | Flora 34% | 228 votos Resultado da 2ª enquete: Halley ama Lara de verdade? Sim 50% | Não 22% | Nem ele sabe 28% | 208 votos Resultados da 3ª enquete: Com quem Cassiano deve ficar? Alícia 40% | Lara 38% | Céu 27% | 244 votos Resultados da 4ª enquete: Qual dos vilões deve morrer? Flora 51% | Os três 21% | Dodi 18% | Silveirinha 10% | 312 votos Resultados da 5ª enquete: Catarina fica com... Vanderlei 43% | Stela 41% | Sozinha 15% | Leo 1% | 130 votos
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