08
Fev 09

“A Favorita”: Dedina morre ao lado de Elias e DamiãoDedina não vai resistir a uma miocardite (inflamação numa parte do coração).

Acometida por uma doença fatal, Dedina (Helena Ranaldi) convence Elias (Leonardo Medeiros) a chamar Damião (Malvino Salvador) para uma conversa. Quando o professor de capoeira chega à casa do prefeito, ela pede que os dois se aproximem da cama e diz que foi a responsável por estragar a amizade deles.

Ofegante, Dedina afirma que é sua última chance de dizer que é a única culpada pela briga entre os dois. Ela pede para eles se perdoarem, porque não gostaria de morrer e deixá-los como inimigos. Emocionados, Elias e Damião percebem que Dedina não está mais respirando.

publicado por Tititi às 14:41

02
Fev 09

Os actores falam ao Video Show sobre o sucesso e também da tristeza que fica quando um trabalho tão bem sucedido como este chega ao fim.

Afinal ontem não deu episódio nenhum, deu foi pela 3ª vez o resumo de toda a história, só que agora com novos acontecimentos. E já está confirmado que até ao fim A Favorita passa a dar às 22:30! Agora não há desculpas para não acompanharem, até quem não cnhecia passou a aconhecer com o resumo de ontem!

Aqui ficam também os parabéns a Paula Burlamaqui, Stela, pelos seus 42 anos!


19
Jan 09

Foi com uma sonora gargalhada que Jackson Antunes recebeu a notícia de que Leo, seu cruel personagem em “A favorita”, vai levar a fama de broxa em Triunfo. O apelido pega depois que o mau-caráter tenta estuprar Dedina (Helena Ranaldi). Como ele fracassa na tentativa, a ex-mulher de Elias (Leonardo Medeiros), que a essa altura também vai estar separada de Damião (Malvino Salvador), espalha para a cidade que Leo é impotente.

— Não poderia existir castigo melhor para ele. Leo é machista, preconceituoso e ficar com a fama de broxa pela cidade é a pior coisa do mundo para ele — avalia Jackson, sobre a notícia publicada ontem no blog da colunista Patrícia Kogut, no site do “Globo”.

Jackson diz que as pessoas nas ruas já estavam cobrando uma punição mais severa para o vilão:

— Catarina (Lília Cabral) já está tratando Leo como lixo, até um tapa na cara ela deu nele. Mas as pessoas querem mais porque as atitudes dele são imperdoáveis.

Cenas dramáticas

Já Helena Ranaldi diz que ficou chocada com a trama e afirma que Dedina merece, sim, sofrer ainda mais um pouquinho.

— Tento não me envolver, mas acabo ficando triste com essas coisas que acontecem a Dedina, não tem jeito. Mas ela errou, não teve cuidado com o homem que estava com ela e merece ser castigada — comenta Helena.

Os dois actores só esperam, agora, pela roteirização da sequência das cenas, que não deve ser fácil. Nada, no entanto, que preocupe a dupla.

— Adoro cenas fortes, dramáticas. Gosto de fazer e de assistir. É claro que há preocupações mais técnicas porque não podemos nos machucar, temos que realizar com a maior verdade e emoção, mas mesmo assim é uma delícia fazer. Estou ansiosa — conta Helena.


04
Out 08

A voz baixa e o comportamento contido de Helena Ranaldi estão sempre refletidos em seus personagens. Mesmo os mais sensuais, como a determinada veterinária Cíntia, de Laços de Família, seu primeiro papel de destaque na TV. Com gestos delicados e modos de quem foi educada no exterior, a paulistana de 41 anos consegue permanecer elegante até mesmo com uma personagem que está irracionalmente dominada pelo desejo.

Na pele da fogosa Dedina, a primeira-dama da pequena e fictícia Triunfo, de A Favorita, Helena saboreia pela primeira vez um papel que causa uma revoltante inquietação no público. Sempre escalada para mulheres sofisticadas e confiáveis - como a Raquel de Mulheres Apaixonadas, que está sendo reprisada - , na trama de João Emanuel Carneiro, Helena se delicia com os gestos safados e cada vez mais ousados da mulher do prefeito Elias, de Leonardo Medeiros.

Como não bastasse trair o marido com seu amigo Damião, de Malvino Salvador, ela chega a transar no próprio gabinete da prefeitura.

"Ela só age por impulso. Quando começou a se interessar por ele, fez de tudo para concretizar o desejo com o marido, mas ele estava sempre trabalhando. Então ela não resistiu", justifica Helena, delineando um sorriso.

Desde Mulheres Apaixonadas, que está sendo reprisada, você não vivia uma personagem de tanto destaque na TV. Suas participações em Páginas da Vida e Senhora do Destino não chamaram atenção. Por quê?
Se o ator não tiver a sorte de ter personagens que tenham conflito, nada acontece. Em Páginas estava no núcleo principal, gravava todos os dias, aparecia em várias cenas, mas a Márcia não tinha história. O Manoel Carlos não desenvolveu uma trama para ela. Para mim, como actriz, ficou um buraco. Hoje, por exemplo, gravei apenas uma cena e foi um prazer absoluto porque minha personagem movimenta uma história. O destaque dos personagens é ter um conflito e despertar uma curiosidade no público. Precisa provocar uma reação, boa ou má. Já fiz papéis maravilhosos com o Maneco. Mas nem sempre trabalhamos com prazer.

O prazer é o que movimenta a sua personagem Dedina, que trai o marido Elias com o Damião. Que características você trabalhou no papel para viver esse triângulo? Já havia assistido a diversos filmes que tratam desse tema. Sempre é uma situação delicada. Principalmente no caso de uma mulher que não quer viver aquilo. Eu a construí pelo desejo, que monitora a personagem. Ele é mais forte do que ela. Essa atração física, de pele, manda nela. Não sei o que pode acontecer, se ela vai se apaixonar, amar esse cara. Sei que ela também tem um amor muito grande pelo marido. Ela está traindo o Elias, mas sofre, se sente culpada. Não é uma relação confortável para ela. Mas o desejo faz com que ela tome essas atitudes e ela passa por cima da moral.

Como você avalia a personagem? No início estava previsto para ela também ser uma mulher bem ambiciosa.
Imaginei que a ambição dela seria bem maior. Se fosse assim, ela não estaria tendo um caso com um homem bronco que mora num barraco. Também não aceitaria morar numa casa sem empregados. Nada é muito problemático para ela. É uma mulher que veio de São Paulo, estudou, é formada, mas não tem uma ambição fora do normal, além dos padrões. A única coisa que foge ao seu controle é a atração pelo Damião. Mas ela só começou a ceder ao que ela sente pelo Damião quando o marido não ficava com ela.

Isso ameniza a traição da personagem?
Não que ameniza. Se eu for analisar o comportamento dela, acho que ela deveria compartilhar o que está acontecendo com o marido. Mas ela não revela por medo. No início, ela rejeitou o Damião de todas as formas, quis se afastar dele, mas a atração foi mais forte. O Damião tem características diferentes do Elias, que é um cara sensato, mais calmo, ponderado. O Damião acaba ficando com ela em todos os lugares, em casa, no gabinete, ele vai pelo impulso, não pela razão. Mas ela vai ainda mais pelo impulso. Tem cenas que ele até pede para ela parar e ir embora, mas ela não admite, o desejo é maior que tudo.

Como tem sido a reação do público?
Tenho andado muito pouco nas ruas. Mas gravei semana passada no Retiro dos Artistas e várias senhoras e senhores vieram falar comigo: "você não pode fazer isso com seu marido!". (risos) Outro dia, o Thiago Rodrigues (que vive o Cassiano na história) falou: "ah, não gosto de mulheres como a Dedina". As pessoas ficam revoltadas. Não pela traição em si, mas por ela não falar, porque o marido é muito bacana. Eles têm uma relação legal. Não é um cara que merecia ser traído. O pior é que várias pessoas começam a saber e a falar mal dela na história. Mas não acho que ela faça isso por maldade.

Por que você nunca viveu uma vilã na TV?
Porque ainda não me deram. Eu adoraria. O que estou achando bacana com a Dedina é que, pela primeira vez, as pessoas estão me criticando. Sempre me elogiavam porque vivia constantemente personagens carismáticos, bonzinhos, de bom-caráter, mulheres meigas. Todo mundo falava: "ah, gosto tanto de você" e "você é tão doce". Agora gostaria de ter o outro lado também. Queria que me reprovassem.

Além de boazinhas, você sempre fez papéis muito urbanos na TV. Esse perfil ainda a estimula?
Sinto falta de fazer uma brejeira com pé no chão. A minha primeira personagem na TV era assim, a Stefânia (de A História de Ana Raio e Zé Trovão). Não sei porque, mas acho que as pessoas acreditam que eu sou sofisticada. Mesmo a Dedina, que é mais simples, é a primeira-dama da cidade.

A que você atribui isso?
Na TV somos estereotipados pelo biotipo, pela forma que você fala, como se comporta. Tem gente que tem sotaque e não adianta fazer um personagem urbano. É bom quando quebram com isso. Gostaria que me colocassem no mato para lavar roupa, acho que falta o risco na escalação da TV, propor outras coisas.

Mas na minissérie Um Só Coração você viveu uma judia mais velha e sofrida, a Lídia...
Foi a única personagem diferente. O (diretor Carlos) Manga e a (autora) Maria Adelaide (Amaral) resolveram quebrar essa coisa glamourosa que enxergam em mim. Interpretei a mãe da personagem da Débora Falabella. O cabelo do papel me envelhecia, ela era uma mulher com roupa pesada. Isso quebrou um pouco o glamour que me acompanha. Achei bacana.

Muitas actrizes sonham com personagens glamourosas. Isso realmente incomoda você?
Não, mas também é interessante trabalhar com outras coisas. Todo mundo fala que cabelo comprido é a moldura da mulher. Lutei muito para que topassem que eu cortasse o cabelo bem curtinho para viver a Raquel (em Mulheres Apaixonadas). Ela é uma professora de natação, de Educação Física, uma mulher prática. Para um ator, essas mudanças são muito importantes. Talvez o público nem perceba muito, mas para mim é importante buscar uma cara para a personagem. Ser sempre glamourosa também não é legal. É interessante destruir essa imagem.

Você concorda que o Maneco foi quem criou essa imagem em você, desde que você viveu a Cíntia em Laços de Família, uma veterinária charmosa do Leblon?
Meus melhores papéis foram em tramas do Maneco. A Cíntia, a Lúcia Helena (de Presença de Anita) e a Raquel foram meus trabalhos mais marcantes. Mas nem sempre a gente trabalha com prazer. Despertar uma reação boa ou má no público depende do que o autor escreve para você. Mas tive muita sorte na vida desde o meu primeiro teste para ser actriz, com o Antunes Filho. Entrei para o grupo dele logo de cara. Depois, fiz teste na Manchete e fui fazer Ana Raio e Zé Trovão. Depois, o Paulo Ubiratan me viu e me chamou para a Globo. As coisas foram fáceis para mim, as portas foram se abrindo, mesmo sem experiência.

Sem pedras no caminho
No final da adolescência, Helena Ranaldi foi uma modelo atípica. Descoberta por acaso através de um fotógrafo amigo da família, a actriz fez um ensaio amador que foi encaminhado para uma agência de modelos. Mesmo gordinha e com o rosto cheio de espinhas, a adolescente começou a ser chamada para diversos trabalhos publicitários.

"Eu adorava comer. Não tinha cabeça de modelo. Gostava mais de fazer comerciais do que posar para modelo. Foi quando fui fazer curso de Teatro com o Antunes Filho", lembra.

Como fazia diversos comerciais por mês, Helena começou a se sustentar e foi morar sozinha. Logo depois, passou num teste para sua primeira novela na Manchete, A História de Ana Raio e Zé Trovão, em 1990. Na seqüência, atuou em Amazônia, um dos fracassos da teledramaturgia da emissora.

Em seguida, foi convidada para fazer tramas na Globo, como Despedida de Solteiro e Olho no Olho. Em seguida, a direção da emissora a chamou para apresentar o Fantástico ao lado de Pedro Bial.

"Não aceitei de imediato. Mas percebi que poderia ser bom para minha carreira. Mas morria de vergonha. Preciso sempre de um personagem como escudo para me proteger", argumenta.

Estreia tardia
Apesar de comemorar 18 anos de carreira e 15 trabalhos na TV, Helena Ranaldi nunca havia pisado num set de cinema até o final do ano passado.

Um dos maiores desejos da actriz era poder atuar numa produção para a telona. Mas os anos foram se passando e ela quase chegou a desistir de ser convidada. Tanto que quando recebeu o telefonema do diretor André Sturm para protagonizar o longa Bodas de Papel, que estreou este ano, Helena mal acreditou.

"Não estou no meio do cinema, por isso nunca era chamada. Agora espero não parar mais. Estreei como protagonista, há tempos não comemorava tanto um convite", anima-se a actriz, que também se orgulha do longa ter sido eleito o Melhor Filme por júri popular no Festival de Cinema de Recife e ter sido convidado para o Festival de Cinema Brasileiro em Nova York.

publicado por Tititi às 20:37

16
Set 08

Os actores Claudia Raia, Murilo Benício, Helena Ranaldi e Malvino Salvador  gravaram cenas de "A favorita" nesta segunda-feira, 15, em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio de Janeiro. O bairro Pechincha serviu de locação para as cenas de Claudia e Benício - os intérpretes de Donatela e Dodi na trama de João Emanuel Carneiro. A gravação chegou a ser interrompida por causa da chuva. As cenas de Malvino Salvador e Helena Ranaldi foram feitas no Retiro dos Artistas, que também fica no bairro.

 

Delson Silva/Ag. NewsDelson Silva/Ag. NewsChristine Fernandes, a Rita de "A Favorita", e Carmo Dalla Vecchia, o Zé Bob, gravaram a novela neste domingo, 14, na Barra da Tijuca, no Rio. Na cena, o prédio em que mora Dona Dulce (Selma Egrei), mãe do personagem de Christine na trama, desaba. Hanna Romanazzi, que interpreta Camila, filha de Rita e Zé Bob, também participou da gravação.

Felipe Panfili/Ag NewsFelipe Panfili 

Cauã Reymond e Mariana Ximenes gravaram juntos cenas da novela 'A favorita' na tarde desta sexta-feira, 12, em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio.

Roberto Teixeira/Photo Rio NewsRoberto Teixeira/Photo Rio News

Douglas ZieglerClaudia Raia gravou cenas de sua personagem em A Favorita, Donatela, nesta quinta-feira, no Rio de Janeiro. As filmagens eram de um flashback do episódio do roubo de seu filho.

Claudia usava um longo vestido verde claro, faixa na cabeça, jóias de ouro pesadas e uma grande bolsa dourada.

O garoto roubado é filho de Donatela com Marcelo Fontana, que foi morto por Flora. Douglas ZieglerDouglas ZieglerTV GloboEsta é Claudia Raia, irreconhecível numa gravação de 'A favorita" em que Donatela vai com Pepe ao baile de máscaras que Alícia (Taís Araújo) promoverá para o lançamento de seu filme. Desta forma, ela se aproximará de Flora (Patrícia Pillar) e a empurrará por umas escadas abaixo.


25
Ago 08

Dedina (Helena Ranaldi) e Damião (Malvino Salvador) vão trair Elias (Leonardo Medeiros)

Em uma trama com pouquíssimas pistas como A Favorita, o ator Leonardo Medeiros teve que se contentar com parcas informações para compor seu personagem. "Eu só soube que Pedro seria eleito prefeito e que depois seria abandonado pela mulher", adianta ele sobre o futuro do dentista, que nos próximos capítulos será traído por Dedina (Helena Ranaldi) e seu braço direito Damião (Malvino Salvador). Nas cenas, que vão ao ar no dia 29, Dedina e Damião se beijam, e, a partir daí, começam a tratar seus pares com frieza. "Eles consumam esse amor proibido, mas não sei como Elias vai reagir a isso. Ele é muito íntegro, muito apaixonado pela esposa, deve ficar sabendo da traição por outros, mas não creio que aceite isso passivamente", argumenta o ator que já se prepara para os comentários dos espectadores nas ruas.

Helena Ranaldi, Malvino Salvador e Leonardo Medeiros gravaram cenas da novela global A Favorita, neste sábado, no Rio de Janeiro. Os actores, que interpretam Dedina, Damião e Elias, respectivamente, contracenaram no Retiro dos Artistas.

Na trama de João Emanuel Carneiro, Dedina é uma professora casada com o prefeito de Triunfo, Elias, mas apaixonada por Damião. Tanto que ela tentará estragar o romance do rapaz com Greice (Roberta Gualda), dizendo que Mariana (Clarice Falcão) pode estar grávida dele.

Nas cenas gravadas no Rio de Janeiro, Damião e Elias tentam conversar com manifestantes que invadiram a prefeitura. O verdadeiro amor de Dedina consegue convencê-los a desocuparem o prédio, mas ela fica irritada pelo fato do marido não ter resolvido o problema sozinho.

Juliana Paes em cena pouco antes do atropelamento de Maíra

Juliana Paes estava tomada de forte emoção quando gravou, no domingo, dia 17, em São Paulo, as cenas do atropelamento de Maíra, sua personagem em "A favorita". No dia anterior, ela tinha estado no velório de sua avó, no Rio.

— A equipe foi de um carinho enorme comigo. Eu estava muito abalada ainda, todos me trataram com muito cuidado. Foi uma seqüência muito difícil de fazer, mas fiquei bastante feliz com o que foi exibido — afirma a actriz.

A cena da morte de Maíra, exibida ontem, também não foi das mais fáceis.

— Fiquei o tempo inteiro deitada, com um tubo na boca, foi desconfortável — diz Juliana, rindo.

Ela se despede de Maíra com o sentimento de missão cumprida. E agradecendo ao autor da história, João Emanuel Carneiro.

— Foi um presente. João não deixou passar despercebida a presença dela. Sou muito grata a ele e ao Ricardo (Waddington, diretor). Tanto pela Maíra quanto por eles terem me liberado para fazer a novela da Glória Perez, "Caminho das Índias" — finaliza a actriz.


13
Ago 08

Personagem de Helena Ranaldi em "A favorita", Dedina terá um caso com Damião (Malvino Salvador). Casada com o prefeito de Triunfo, Elias (Leonardo Medeiros), ela não vai resistir aos encantos do operário, que já começa a se insinuar para a primeira-dama. 

-- Num primeiro momento, ela vai rejeitar essa atracção, isso vai incomodá-la. Até onde sei, ela vai pedir ao marido para deixar de levar o Damião e a Greice (Roberta Gualda) até a casa deles, para que ela consiga se afastar e tentar esquecer essa atracção. Mas as pessoas não comandam os próprios desejos, ela vai resistir enquanto pode -- adianta Helena, de Nova York (a foto é de lá), onde está para divulgar o filme "Bodas de papel" no IV Cine Fest Petrobras Brasil na cidade.

Helena afirma que, como a sua personagem,  também tentaria resistir. E não trocaria a segurança de um homem como o certinho Elias por um caso com o solteiro e, aparentemente menos responsável, Damião.

-- Eu, Helena, não trocaria. Particularmente, gosto de ter ao meu lado um homem que me transmita segurança. Gosto dos mais certinhos. Mas o Damião tem aquele jeito de machão, é másculo, forte. Ela vai acabar sucumbindo, acho que muito por ele ser bem diferente do Elias -- revela a actriz.

Desconfiei disto desde que vi a cena em que o Damião apresentou a Céu para o Elias, o Shiva e a Dedina. Ela fez uma cara de quem tava com ciúmes!

Aproveito para divulgar um abaixo-assinado para que a novela passe mais cedo, assinem, porque quanto mais assinaturas melhor! http://www.abaixoassinado.org/webroot/abaixoassinados/989


12
Jul 08

Os actores de "A Favorita" terminaram o dia de gravação no Projac nesta sexta-feira, 11, no Rio de Janeiro, e foram curtir um forró na festa julina organizada pelo elenco da novela, numa casa de eventos em Jacarepaguá, na Zona Oeste da cidade. Claudia Raia , Patrícia Pillar , Deborah Secco e Carmo Dalla Vecchia compareceram a carácter, produzidos por uma das figurinista da própria novela.

Ao fim da festa, Claudia Raia revelou: “Na hora da entrega das faixas de "A favorita" e "O favorito", teve show da Flora e da Donatela brigando, uma loucura! Somos uma família! Até dançamos quadrilha”. Patrícia Pillar ganhou o título de “A favorita” e Thiago Rodrigues, que não estava presente, de “O favorito”.

Acompanhada da mãe, Odette Raia, Claudia bolou o vestido usado pela noiva caipira, papel que coube ao camareiro Ângelo. O noivo, Ângela - diretora de arte - atrasou-se para o casório. Patrícia Pillar passou correndo com Ciro Gomes pelos fotógrafos. Já Deborah Secco, acompanhada de Joana Balaguer, se deixou fotografar, mas não quis dar entrevista: "A gente merece descansar", disse.
O actor que faz o jornalista Zé Bob em "A Favorita" levou uma câmera fotográfica. "Vou fazer uma matéria", justificou. Muito simpático, Carmo Della Vecchia foi um dos poucos que parou para falar com os repórteres e brincou com as atracções típicas da festa. "Vai ter pau-de-sebo?", perguntou, divertido.

A intérprete de Donatela era a mais animada e fez questão de dar palpite em todos os detalhes do Arraial. “Queriam que eu fosse a noiva e o Carmo o noivo, mas não teria graça, tinha que ser alguém da equipe. Então elegi o Ângelo Vieira, camareiro, para bancar a noiva. Sou do interior de São Paulo, adoro festa junina, principalmente se tiver suco de milho e pamonha”, explicou Cláudia, que chegou vestida de homem ao lado da mãe, Odette.

A última a chegar foi Taís Araújo com o namorado, mas não se vestiu de caipira. "Estava num jantar de família. Comprei até um vestido, mas se fosse em casa me arrumar, chegaria mais tarde ainda".

Muitos outros actores foram à festa:

Helena Ranaldi contou que estava viajando e não teve tempo de procurar um figurino adequado. “Não tive tempo para me produzir, mas acho muito bacana. Este tipo de festa é uma representação do Brasil”, declarou.

Miguel Rômulo brincava sobre o look camisa e chapéu pretos, escolhido por ele: “Quero parecer um vaqueiro rico!”. Ary Fontoura fez as vezes de padre e celebrou o casamento de Ângelo, ou Angélica, como os amigos chamavam o colega, e Ângela Nelma, produtora de arte da novela, que bancou o noivo.
Bem-humorada, Mariana Ximenes entregou quem comandou o arraial. “Estou de caipira fashion. Pensei nesta roupa inspirada pela criatividade da Claudia Raia. A minha mãe é o máximo! Foi ela quem pensou a roupa de todo mundo!”, explicou Mariana.

Malvino Salvador era um dos mais empolgados. “Na minha infância festa junina era uma coisa muito importante. Em Mauá todas as famílias se conheciam. A gente assava um porco inteiro! Tinha até pato no tucupi. Fiz amigos de vida inteira”, relembrou.

Carmo Dalla Vecchia com a câmera para dar uma de Zé BobMarcio NunesMarcio NunesMarcio NunesMarcio NunesMarcio Nunes

 

Mário Gomes levou a família, mas também saiu cedo. “Não sabia nem se vinha porque tenho muito texto para decorar e o ideal é ficar em casa concentrado, mas é uma festa dos meus colegas, então vou ficar um pouquinho”.


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